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Sobre o autor

Capa da Zero Hora do dia 24/03/1983Eu nasci em Porto Alegre, em 1983. Pela capa da Zero Hora, não aconteceu muita coisa interessante naquele dia pra eu poder me exibir. A não ser o fato de que o topo das paradas internacionais estava ocupado pelo Michael Jackson, com Beat It.

Ganhei este nome por causa da novela Coração Alado, lançada um ano antes. E se quiser saber o porquê, clique aqui.

Pela minha infância e adolescência nerd, era para eu ter escolhido uma profissão voltada para a tecnologia, como desenvolvimento de softwares. Mas quis o destino que eu escolhesse Jornalismo, e acabasse com os sonhos da família de morar em mansões, ter uma Ferrari na garagem e conceder entrevista pro Amaury Jr. (porque só gente chinela dá entrevista pro Xicão Tofani).

Já fui panfletador, telefonista, arquivista, auxiliar administrativo, recepcionista, padeiro, confeiteiro, ator, técnico de informática e webdesigner/webmaster. Além de ser estudante de jornaismo, agora sou assessor de imprensa, roteirista de TV, radialista, redator e repórter (não necessariamente nesta mesma ordem). Nas horas vagas sou escritor, blogueiro e palhaço. Fiz seis meses de aulas de violino, mas parei, para a alegria dos vizinhos. Agora tento aprender a tocar violão sozinho, mas creio que eu vou precisar de aulas mesmo.

Profissionalmente, fiz muitas coisas legais. Cobeturas de eventos regionais e internacionais. Já fui pra Manaus e pro Rio de Janeiro, onde participei do Geração Futura Afiliadas. Participei da direção de dois vídeos, sendo que um deles ganhou o prêmio de melhor vídeo de ficção num evento em Fortaleza. E já fui membro do conselho do leitor da Zero Hora, um dos principais jornais do Rio Grande do Sul.

Fora isso, procuro encarar a vida com bom humor. Afinal, como disse Chaplin, porque levar a vida a sério se nós nascemos de uma gozada?

Sou fã de rock (viva Elvis!), Chaves, desenhos animados, filmes de comédia e de terror trash. Não gosto de pagode/axé/funk e derivados, gente sem opinião, patricinhas e boyzinhos, colunas sociais de jornal, ex-gordos, emos, filas de banco e de lojas.

Estabeleci minhas metas futuras: dividir o palco com Silvio Santos (nem que eu tenha que comprar um carnê do Baú pra isso), ter um programa de TV que junte jornalismo e humor (tipo Ernesto Varela, saca?), um programa de rádio e ter uma coluna fixa num jornal (tem gente que escreve tanta m… por aí…). Enquanto isso, me contento com o blog.

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